Eletrodos

Tipos: Silicone-carbono e Auto-adesivos. 
Importante: os eletrodos devem ter como meio de acoplamento GEL hidrossolúvel 
Posicionamento: Técnica coplanar ou contraplanar

Colocação dos Eletrodos

   • Sobre ou ao redor da área dolorosa
   • Sobre os dermátomos que correspondem à área doloroso
   • Próximo à medula que inerva área dolorosa
   • Sobre nervos periféricos que inervam a área dolorosa 
   • Sobre estruturas vasculares superficiais
   • Sobre pontos motores

Modos de pulso

   • Normal: emissão de pulsos elétricos no modo convencional 
   • Burst: emissão de pulsos em forma de pacotes ou trens de pulso; para manter o trofismo e pode também ajudar na analgesia 
   • Seqüencial: emissão de pulsos elétricos de modo variando entre canais 1,2,3,4 ; usado para trabalhar vários movimentos em músculos diferentes

Parâmetros ideais

   • Frequência: 50 a 100Hz
   • Largura de pulso: 200 a 500 microsegundos
   • Amplitude do pulso: suficiente para causar contração muscular, ideal no limite da dor

Nas primeiras sessões deve-se adotar um período relativamente longo de repouso entre as estimulações (relação de tempo ON / tempo OFF = de 1:5 até 1:3), afim de assegurar a capacidade do músculo de continuar a responder, evitando assim fadiga precoce. Com o passar das sessões o tempo de repouso deve ser reduzido progressivamente (relação 1:2 até 1:1). A intensidade da corrente é um parâmetro que deve ser constantemente alterado, tanto intra quanto inter-sessões. Esta necessidade é justificada pela acomodação ao estimulo elétrico bem como pelas alterações desencadeadas no decorrer das sessões. O sucesso dos programas de estimulação elétrica depende amplamente dos parâmetros da corrente. Para utilizá-la de forma mais efetiva, o terapeuta precisa dominar todos os parâmetros e saber quando e como regulá-los, para torná-los mais convenientes á um programa de tratamento particular de um determinado paciente.

Indicações

   • Reabilitação muscular 
   • Prevenção de atrofia (imobilização) 
   • Hipotrofia, contraturas 
   • Paralisia cerebral 
   • Pacientes paraplégicos 
   • Pacientes com lesão medular incompleta

Contra-indicações

   • Usuários de marcapasso cardíaco 
   • Cardiopatas 
   • Utilização sobre vasos sanguíneos trombóticos ou embolíticos 
   • Vasos vulneráveis à hemorragia 
   • Área abdominal de gestantes 
   • Sobre seios carotídeos 
   • Alterações de sensibilidade sem estratégias seguras 
   • Indivíduos com dermatite e sobre pele danificada 
   • Tecidos neoplásicos 
   • Estado febril 
   • Infecções em geral 
   • Dor não-diagnosticada (a menos que seja recomendada por profissional) 

Orientações

   • Elevar aos poucos a intensidade da corrente nas primeiras sessões 
   • Eletrodo ativo posicionado sobre o ponto motor ou ventre muscular do músculo a ser estimulado 
   • Usar correntes despolarizadas para estimulação mioeletrica da face 
   • Realizar estimulação elétrica de forma modulada para evitar fadiga 
   • Na obesidade, limiar de excitabilidade é alto 
   • Pacientes com neuropatias periféricas devem ser melhor monitorados 
   • Intensidade adequada contribui para hipertrofia e aumento de potencia de músculo debilitado 
   • Antes do tratamento, a pele deve ser lavada com água e sabão ou limpa com lenço umedecido com álcool.


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